Existir de forma azul
Entrei pela porta das traseiras
Da minha casa …
Para fugir à multidão
O único ao qual não consegui fugir foi de mim mesmo …
A minha vida resume-se a isto
Escrever palavras num papel …
É preciso vencer o fel da melancolia
Ocupar o espírito com qualquer coisa
Que anda no ar e não poisa.
A vida do ser humano tem duas partes
Consumo e tédio …
Estamos aborrecidos compramos algo
Compramos algo, instalasse o tédio
E vivemos nesta dicotomia básica …
Temos de quebrar o círculo
E exigir mais do nosso existir.
Construo pontes
Para ir mais longe …
Porque ninguém as pode
Construir por mim …
Não confundam solidão com estar
Focado nos meus objetivos …
As flores que estão no meu jardim
São as minhas dores que de outra forma
Podiam transforma-se em presas de serpente
E ferrar o meu querer, a minha vontade … o meu equilíbrio emocional.
Ficam no meio das árvores
Dessa forma …
Já não fazem sombra
Onde tem de haver Sol e pensamentos positivos.
Quem não tem controlo sobre a sua vida
Será comandado por outrem …
E quando se aperceber já não conseguirá
Dizer … quem é …. para onde vai … o que escrever …
Não posso ser criticado
Por construir um caminho
Paralelo … ao mainstream
Que se desenrola … aos poucos
Que dúvida de si
Que amadurece
Que das pessoas não se esquece,
Que aparece qual pássaro vindo da escuridão, …
Mas que só se desenvolve e cresce
Na solidão.
Mas mesmo assim para poder estar aqui
Agarrei o mundo com a minha inspiração
Dessa forma …
Já não fazem sombra
Onde tem de haver Sol e pensamentos positivos.
Quem não tem controlo sobre a sua vida
Será comandado por outrem …
E quando se aperceber já não conseguirá
Dizer … quem é …. para onde vai … o que escrever …
Não posso ser criticado
Por construir um caminho
Paralelo … ao mainstream
Que se desenrola … aos poucos
Que dúvida de si
Que amadurece
Que das pessoas não se esquece,
Que aparece qual pássaro vindo da escuridão, …
Mas que só se desenvolve e cresce
Na solidão.
Mas mesmo assim para poder estar aqui
Agarrei o mundo com a minha inspiração
Para que este não caísse em cima de mim.
Mas tive de colocar …
Grades nos meus abismos
Seteiras no meu castelo
Para espantar,
A indiferença e a sobranceria …
Abrir pontes levadiças … já vetustas mas que ainda tem muito para dar
E num mar de senhoras … sentir o peso do meu destino,
Mas tive de colocar …
Grades nos meus abismos
Seteiras no meu castelo
Para espantar,
A indiferença e a sobranceria …
Abrir pontes levadiças … já vetustas mas que ainda tem muito para dar
E num mar de senhoras … sentir o peso do meu destino,
A navegar ... por mares desconhecidos … à procura do pensamento original aquele que cria novos mundos, Desenvolve o pensamento crítico e novas maneiras de criar mas que não se vende tem
De se conquistar …
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