terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

A nuvem

A vida é como se fosse uma nuvem 

Que habita o céu ...

Que se converte e desconverte 

Por vezes surgem imponentes negras como breú 

Outras dispersas pela abóbora celeste deixam o Sol penetrar,

Nos nossos corações e a vida quer fluir e tudo brilha à nossa volta.

E tudo parece feito de algodão doce,

E a nossa existência parece flutuar no espaço tão leve que está.

Mesmo quando estão negras as nuvens 

Nós vamos por ali fora porque a vida não espera por ninguém, 

Existem contas para pagar ... compras para fazer ... trabalho para realizar ...

E resistimos a tudo vagas de tamanho imenso e outras mais pequenas, 

Tapam o nosso horizonte e nós para onde vamos?

Para a frente sempre para a frente ...

Por vezes de mão dada e por vezes sós ...,

Se for preciso vamos às cegas porque temos de descobrir terra firme

Daquela que nos segura com firmeza para podermos descansar…

O nosso corpo e a nossa sapiência.  

No dia seguinte talvez apareça, 

Um raio do Astro Rei para nos salvar ... 

Nós sabemos bem que depois da  tempestade vem a bonança, 

E a vida segue por entre muros e desertos  

Ventos contrários e pântanos gigantes, 

Nesse momento só temos de descobrir o nosso oásis e navegar …

Pelo destino que escolhemos conquistando 

Os nossos sonhos enquanto outros desejos ainda imberbes,

Olham para nós como se nos quissessem desafiar 

E nos sorrimos porque sabemos, 

Que um dia por entre nuvens negras, tempestades

Vagas enomes e outras mais pequenas 

Os vamos conseguir conquistar.

 

 


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