Quando...o som
Da ribeira passa
Ao pé de ti
Não consegues fazer
Ouvidos de mercador
Qual musa inspiradora
Segues o som
Queres ver
A vida a transbordar de alegria
E de cor.
Esta reflete
Toda a beleza que existe
Na natureza, queres te perder
Para te encontrares nela.
A luz da ribeira é
Suave e transparente
O som puro e cristalino
Ainda se consegue ouvir
Os sons de pequenos
Pássaros a serem criados
Pelos país,
No ninho.
Ras, sapos
E peixes,
Na sua azáfama...
Diária,
Vivem para o dia
E sobrevivem
Só Deus sabe como...
E vivem
Placidamente
Dolentes na tarde calma
Quem sabe se também
Não tem alma...
A ribeira não é fácil de descrever
Só vendo
Ao vivo,
O seu coração estremecendo
E as suas águas a palpitar de vida.
Por quanto tempo
A poderemos ver?
É o que quase todos
Gostaríamos de saber
Porque crimes ambientais
Nesta terra,
Estão sempre a acontecer.
quinta-feira, 18 de julho de 2019
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