A Júlia passeia no seu laranjal
Dolente na tarde calma
Gosta de sentir,
O cheiro do campo e o campo a tocar - lhe a alma.
Vai formosa
E está de si segura, cabelos loiros
Ao vento...
Pela cintura.
Sempre muito bem vestida
A roupa não pesa no seu corpo
Sapatos a condizer
E ao seu gosto.
Escreve poesia e prosa
Que os deuses lhe cederam...
E dessa forma a passageira vermelha
Lhe estenderam
E como as páginas de um grande
Livro toma o seu talento um dia
Há de florir
Se não o deixar
Na redundância cair
Pela minha parte...que nunca lhe falte
Amor..engenho e Arte
domingo, 23 de junho de 2019
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