Passou a Fronteira ...
As espadas que traziam à ilharga
Queriam carne queriam sangue como um cão que quando morde
Já não larga.
As espadas que traziam à ilharga
Queriam carne queriam sangue como um cão que quando morde
Já não larga.
No meio do campo e do calor abrasador
O exército português organizava - se
Vinha entre os ribeiros medir forças, pedir meças... àqueles cães
Ao fundo no meio das árvores ouviram - se prosas e rezas
Eram as mães...
O contestável colocou, a infantaria num quadrado
Ao fundo no meio das árvores ouviram - se prosas e rezas
Eram as mães...
O contestável colocou, a infantaria num quadrado
Os besteiros no flanco,
A cavalaria na retaguarda, e imbuído pela fé e pela lisura
Usou uma técnica muito avançada para a altura.
Coro: Os olhos ferviam
Usou uma técnica muito avançada para a altura.
Coro: Os olhos ferviam
O corpo vacilava
As pernas tremiam
O invasor avançava
Logo pela manhã o inimigo carregou
Relinchos pelo ar...
Gritos sem dono
Sangue no chão de alguém muito novo.
No meio dos coices
Do pó e dos gritos irados
Relinchos pelo ar...
Gritos sem dono
Sangue no chão de alguém muito novo.
No meio dos coices
Do pó e dos gritos irados
Uma faca metida
No meio dos costados
Alguns soldados muito feridos tentavam sobreviver
No meio do ferro e das lançadas
Outros não tinham tanta sorte...
E morriam pela pátria ao primeiro golpe
O ferro a bater no ferro
Era tão ensurdecedor...
Que só de o ouvir
Causava dor.
O coro: Os olhos ferviam
O corpo vacilava
As pernas tremiam
O invasor avançava
Ouviram - se gemidos e lamentos
Na língua de Camões e de Cervantes
Daqueles que a sua alma ao criador entregaram
Uns foram para o céu outros para o inferno de Dante
Castelhanos e franceses
Fugiram ex - sangue e extenuados...
Eram passados a fio de espada
Aonde eram encontrados.
Alguns castelhanos conseguiram escapar e chegaram
A Castela e leão e quiseram calar a história
Mas deste lado não esquecemos
Que obtivemos uma retumbante vitória.
Ficou o mosteiro de nome batalha
E tudo o que as novas gerações
Ao reino ao de provir
Um soberano ficou a chorar
E o outro a rir.
D. João tornou - se o primeiro
Rei da dinastia de Avis...e teve ali o seu grande momento
E do seu sangue nasceu a ínclita geração
Que deu origem ao príncipe marítimo do descobrimento
A Brites de Almeida matou sete
Apócrifo ou não...
Histórias que ficaram
No nosso coração
Quem guerreou naquele dia
Olhou e viu espantado, e para grande surpresa sua
Que ficaram marcados nos seus corpos
No meio dos costados
Alguns soldados muito feridos tentavam sobreviver
No meio do ferro e das lançadas
Outros não tinham tanta sorte...
E morriam pela pátria ao primeiro golpe
O ferro a bater no ferro
Era tão ensurdecedor...
Que só de o ouvir
Causava dor.
O coro: Os olhos ferviam
O corpo vacilava
As pernas tremiam
O invasor avançava
Ouviram - se gemidos e lamentos
Na língua de Camões e de Cervantes
Daqueles que a sua alma ao criador entregaram
Uns foram para o céu outros para o inferno de Dante
Castelhanos e franceses
Fugiram ex - sangue e extenuados...
Eram passados a fio de espada
Aonde eram encontrados.
Alguns castelhanos conseguiram escapar e chegaram
A Castela e leão e quiseram calar a história
Mas deste lado não esquecemos
Que obtivemos uma retumbante vitória.
Ficou o mosteiro de nome batalha
E tudo o que as novas gerações
Ao reino ao de provir
Um soberano ficou a chorar
E o outro a rir.
D. João tornou - se o primeiro
Rei da dinastia de Avis...e teve ali o seu grande momento
E do seu sangue nasceu a ínclita geração
Que deu origem ao príncipe marítimo do descobrimento
A Brites de Almeida matou sete
Apócrifo ou não...
Histórias que ficaram
No nosso coração
Quem guerreou naquele dia
Olhou e viu espantado, e para grande surpresa sua
Que ficaram marcados nos seus corpos
A silhueta dos que tombaram por si mortos.
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