Reconheço que andava
Mas não sabia
Para onde ...
Nem porquê?
Soltei o verbo
Apoiado no conhecimento,
Quis colocar o melhor de mim
Nos poemas que plantei no meu jardim
Numa tarde soalheira,
Com o vento a tocar - me a alma e no meu ser...
O que sentia, ... ousei escrever ...
Mas para ser fiel aos meus dizeres
E aos meus objetivos
Que voltas que tive de dar...
Mandamos o nosso querer para a terra
Por nós semeada,
Depois ficamos à espera da colheita
Mas porque que é sempre tudo tão demorado?
Ficamos doentes só de pensar nisso ...
Mas como é que não pensamos no que mais gostamos?
Se semearmos
Colhemos,
Se pensarmos estamos vivos
E se formos determinados fazemos
Os nossos sonhos acontecer ...
E onde não havia nada
A não ser terra árida, um poço de lamentos
Ventos a favor e contrários
Querer, vontade e ambição,
Começamos a ver aparecer
Os nosso desejos ...
Materializados em algo tão concreto
Que já lhe conseguimos tocar
E que já ninguém nos pode tirar.
Pensamento em ação
Os gregos adoravam essa conjugação
E produziram grande sábios,
E começamos a ver o que foi por nós semeado
Que quase que lhe podemos tocar com os lábios ...
E sentimos a alma a sorrir
Porque percebemos que foi tudo devido
À nossa vontade ...
Considero que é essa rasion d´etre plasmada
No tempo e no espaço ...
A que chamamos felicidade.
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