Para aonde vamos?
Outrora ...
Cavalgamos mares numa casca de noz
Abandonando a foz dos nossos receios
E procurando desaguar no vasto oceano ...
É preciso coragem para zarpar
Com vagas tão grandes
Ventos contrários,
Correntes violentas, povos desconfiados, sem se saber aonde aportar.
Nos nossos dias
Todos viajamos em águas incertas
À guerras, dor e incertezas
Aonde iremos parar? (sou otimista apesar de tudo)
Nos tempos que correm somos um pouco
Marinheiros à procura de terra firme
Procuramos amor, dinheiro, estabilidade
Também temos de ultrapassar o nosso bojador
Se queremos alcançar tal desiderato.
E lá vamos nós segurando
Os pontos ...
Acrescentando sapiência à nossa vida
Resolvendo aquelas questiúnculas que nos vão aparecendo
No dia a dia ...
Só podemos saborear
Um êxito ...
Se lutarmos por ele
E dermos tudo o que temos para o alcançar.
Quando estamos Zen
É quando conseguimos,
Ver as coisas como elas são
Sem preconceitos, ódios ou temores infundados.
Viver com ódio no coração
Ou preconceitos ...
Dificulta a perceção que a alma
Tem da realidade …
E assim só vivemos meia vida.
Para quê viver ao sabor da tempestade?
Se podemos navegar num mar de senhoras
A saborear um Sol primaveril e suaves brisas matinais…
P.S - Ditado romano
Verba volant, scripta manent.
(Palavras voam, o que é escrito permanece.)
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