Não penses tanto
No vento e na chuva
Que o Sol aparece
Sempre por entre as nuvens ...
Depois da tempestade
Vem a bonança …
E tudo parece encaixar
Na perfeição e os teus tormentos
Partiram para longe do teu coração.
Não penses tanto
No vento e na chuva
Que o Sol aparece sempre
Sempre por entre as chuvas ...
O teu cansaço
Deu lugar a forças
Que pensavas que já não tinhas
E aquilo que te consumia foi vencido
Por entre a azafama do dia a dia.
Enquanto subo a ladeira da vida invisível
Mas tangível para os meus sentidos
Olho para os meus sonhos
Só para ver se estes ainda lá estão …
Desafiam - me … querem mais mas por
Vezes só apetece contemplar os que já concretizei.
Não penses tanto
No vento e na chuva
Que o Sol aparece
Sempre por entre as nuvens ...
Se calhar a alma
Também precisa de respirar
Por vezes é preciso deixar as vontade e os alentos
Parados no tempo e espaço nem que seja por meio segundo.
Não penses tanto
No vento e na chuva
Que o Sol aparece
Sempre por entre as nuvens ...
Por entre as nuvens
Vislumbro o meu horizonte
Não sei se é real ou uma fantasia
Mas o que fica daquilo que sinto e vejo
Deixo registado na minha poesia …
Não penses tanto … no vento e na chuva
Que o Sol aparece sempre
Por entre as nuvens …
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