terça-feira, 3 de setembro de 2019
Poemas lusos e outros poemas
Olá a todos gostava de vos dizer caros leitores que gostam da minha poesia que está à venda um ebook com 42 poemas, da minha lavra no kindle Store da Amazon cujo nome é "Poemas lusos e outros poemas". Se o quiserem adquirir está em promoção.
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Não confies no tempo
Não confies no tempo
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
(mas o tempo não para ...)
Mas tudo
Se renova
Desde o entardecer
À aurora...
Diz tudo o que tens a dizer
Faz tudo o que tens a fazer...
Porque a felicidade são breves momentos
E quando os tentamos apanhar já se foram embora.
Não confies no tempo
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
Mas o tempo também contém
Algo de bom em si mesmo
O tempo leva as tristezas
Para longe do nosso coração
E da nossa vista e...
Cala a desgraça
E tudo cura,
E tudo passa...
Não confies no tempo
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
Se gostas de alguém
E à muito tempo que não lhes dizes...
Ao ouvido que a amas
Não te esqueças
Que nem o tempo
Nem o amor, esperam por ti
Nem por ninguém...
Escolhe o momento certo
E quando tiveres perto da pessoa que amas
Diz lhe para ...
Não confiar no tempo
Porque o tempo
É enganador mas se à algo que consegue
Vencer o tempo essa raison d’ etre …
É o amor.
Mas tudo
Se renova
Desde o entardecer
À aurora...
Diz tudo o que tens a dizer
Faz tudo o que tens a fazer...
Porque a felicidade são breves momentos
E quando os tentamos apanhar já se foram embora.
Não confies no tempo
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
Mas o tempo também contém
Algo de bom em si mesmo
O tempo leva as tristezas
Para longe do nosso coração
E da nossa vista e...
Cala a desgraça
E tudo cura,
E tudo passa...
Não confies no tempo
O tempo é enganador
Chega a fingir que não é tempo
E que parou ao teu redor.
Se gostas de alguém
E à muito tempo que não lhes dizes...
Ao ouvido que a amas
Não te esqueças
Que nem o tempo
Nem o amor, esperam por ti
Nem por ninguém...
Escolhe o momento certo
E quando tiveres perto da pessoa que amas
Diz lhe para ...
Não confiar no tempo
Porque o tempo
É enganador mas se à algo que consegue
Vencer o tempo essa raison d’ etre …
É o amor.
Se amas alguém...
Se amas alguém
Não te iludas
E não desistas
De ti...
Porque não consegues.
Não te habitues
A perder...
Porque a derrota
Gosta de se entranhar
Na pele e assim aos poucos
A tua vida murcha e debota.
Ganha o torneio
Da tua vida
Montado no teu alazão
De pelo russo,
Esporas de prata,
Crinas ao vento,
Rosto tranquilo
Sabor a vida
E tudo o que assimilaste
Naquela cantiga
Que ouviste um dia
E nunca mais esqueces-te.
Vence os teus demónios
E vai em frente
E transforma o amor
Que tanto desejaste, e lutaste com
Tanto sacrifício, e de uma forma tão suada...
Na coisa amada.
Não te iludas
E não desistas
De ti...
Porque não consegues.
Não te habitues
A perder...
Porque a derrota
Gosta de se entranhar
Na pele e assim aos poucos
A tua vida murcha e debota.
Ganha o torneio
Da tua vida
Montado no teu alazão
De pelo russo,
Esporas de prata,
Crinas ao vento,
Rosto tranquilo
Sabor a vida
E tudo o que assimilaste
Naquela cantiga
Que ouviste um dia
E nunca mais esqueces-te.
Vence os teus demónios
E vai em frente
E transforma o amor
Que tanto desejaste, e lutaste com
Tanto sacrifício, e de uma forma tão suada...
Na coisa amada.
Que seja tudo
Que seja tudo como tu quiseres
Tudo...tudo...tudo...
Tudo...tudo...tudo...
Sabes que o tempo não espera por ninguém
Mas o tempo também...
É dinheiro
A juventude dá-nos asas
Se o mundo te sorri
Sorri de volta solta a vontade
De vencer que à em ti
E escolhe o teu destino
Mesmo que te digam
Para não ires por aí
Vai...porque a sorte protege os audazes
E quando fazes o que gostas
Só boas recordações terás
Daquilo que conquistaste
E tão longamente planeaste.
Senão é o inferno em vida
E um dia puderas não descobrir
Uma saída para os teus sonhos
Porque levaste muito tempo a reagir
E deixaste que outros escolhessem
O teu destino por ti
Quem nasce
Nasce selvagem...
Mas depois no fundo
É preciso
Coragem
Para escolhermos que destino
Dar à nossa viagem...
Por este mundo.
Se o mundo te sorri
Sorri de volta solta a vontade
De vencer que à em ti
E escolhe o teu destino
Mesmo que te digam
Para não ires por aí
Vai...porque a sorte protege os audazes
E quando fazes o que gostas
Só boas recordações terás
Daquilo que conquistaste
E tão longamente planeaste.
Senão é o inferno em vida
E um dia puderas não descobrir
Uma saída para os teus sonhos
Porque levaste muito tempo a reagir
E deixaste que outros escolhessem
O teu destino por ti
Quem nasce
Nasce selvagem...
Mas depois no fundo
É preciso
Coragem
Para escolhermos que destino
Dar à nossa viagem...
Por este mundo.
Quando ...
Quando...o som
Da ribeira passa
Ao pé de ti
Não consegues fazer
Ouvidos de mercador
Qual musa inspiradora
Segues o som
Queres ver
A vida a transbordar de alegria
E de cor.
Esta reflete
Toda a beleza que existe
Na natureza, queres te perder
Para te encontrares nela.
A luz da ribeira é
Suave e transparente
O som puro e cristalino
Ainda se consegue ouvir
Os sons de pequenos
Pássaros a serem criados
Pelos país,
No ninho.
Ras, sapos
E peixes,
Na sua azáfama...
Diária,
Vivem para o dia
E sobrevivem
Só Deus sabe como...
E vivem
Placidamente
Dolentes na tarde calma
Quem sabe se também
Não tem alma...
A ribeira não é fácil de descrever
Só vendo
Ao vivo,
O seu coração estremecendo
E as suas águas a palpitar de vida.
Por quanto tempo
A poderemos ver?
É o que quase todos
Gostaríamos de saber
Porque crimes ambientais
Nesta terra,
Estão sempre a acontecer.
Da ribeira passa
Ao pé de ti
Não consegues fazer
Ouvidos de mercador
Qual musa inspiradora
Segues o som
Queres ver
A vida a transbordar de alegria
E de cor.
Esta reflete
Toda a beleza que existe
Na natureza, queres te perder
Para te encontrares nela.
A luz da ribeira é
Suave e transparente
O som puro e cristalino
Ainda se consegue ouvir
Os sons de pequenos
Pássaros a serem criados
Pelos país,
No ninho.
Ras, sapos
E peixes,
Na sua azáfama...
Diária,
Vivem para o dia
E sobrevivem
Só Deus sabe como...
E vivem
Placidamente
Dolentes na tarde calma
Quem sabe se também
Não tem alma...
A ribeira não é fácil de descrever
Só vendo
Ao vivo,
O seu coração estremecendo
E as suas águas a palpitar de vida.
Por quanto tempo
A poderemos ver?
É o que quase todos
Gostaríamos de saber
Porque crimes ambientais
Nesta terra,
Estão sempre a acontecer.
Não faças caso
Não faças caso
Quando te criticarem duramente...
Por escreveres como bem entendes
Porque quem critica,
Por vezes nem sabe do que fala.
Assume ao que vens diz quem és.
Quem faz a língua de um país evoluir
Não é nenhum decreto
Seja este aprovado
Por braço no ar
Ou voto secreto.
São os escritores e poetas
Estes escrevem e escrevem
Muitas vezes
Aquilo que a pensar não se atrevem.
O povo sensível e honesto
Filtra o que foi escrito
E fala,
O português que se irá
Passar a ler e a ser dito.
Antes de Luís de Camões poeta maior
Criar a sua obra
Em Portugal,
Escrevia-se de uma maneira
Meio enrolada e
Difícil.
O poeta
Solto-lhe
As amarras
E esta voo
Ainda mais bela
Pela planície..,
Permitindo
A outros poetas descobrir
E enriquecer o português com
Novas palavras, novas frases,
Novos sentidos,
Que depois os portugueses
Ao tomarem de si conhecimento
E ao longo de gerações
Escolheram qual o léxico
Que devia perdurar
Na nossa língua,
Falada por milhões de falantes
Que orgulhosamente
Falam o português
Que um dia um poeta
Vestindo roupas velhas e descalço
Depurou... quem sabe a bordo de uma caravela
Que ao sabor do vento milenar
Na estrada marítima para a Índia
Ou noutro lugar qualquer
Desde que houvesse mar,
Lhe ia segredando, novas palavras
Novas frases e estas
Foram ficando, passados todos estes anos,
Gravadas nas nossas mentes e nos nossos corações.
E a língua evoluiu
E o poeta falou.
Quando te criticarem duramente...
Por escreveres como bem entendes
Porque quem critica,
Por vezes nem sabe do que fala.
Assume ao que vens diz quem és.
Quem faz a língua de um país evoluir
Não é nenhum decreto
Seja este aprovado
Por braço no ar
Ou voto secreto.
São os escritores e poetas
Estes escrevem e escrevem
Muitas vezes
Aquilo que a pensar não se atrevem.
O povo sensível e honesto
Filtra o que foi escrito
E fala,
O português que se irá
Passar a ler e a ser dito.
Antes de Luís de Camões poeta maior
Criar a sua obra
Em Portugal,
Escrevia-se de uma maneira
Meio enrolada e
Difícil.
O poeta
Solto-lhe
As amarras
E esta voo
Ainda mais bela
Pela planície..,
Permitindo
A outros poetas descobrir
E enriquecer o português com
Novas palavras, novas frases,
Novos sentidos,
Que depois os portugueses
Ao tomarem de si conhecimento
E ao longo de gerações
Escolheram qual o léxico
Que devia perdurar
Na nossa língua,
Falada por milhões de falantes
Que orgulhosamente
Falam o português
Que um dia um poeta
Vestindo roupas velhas e descalço
Depurou... quem sabe a bordo de uma caravela
Que ao sabor do vento milenar
Na estrada marítima para a Índia
Ou noutro lugar qualquer
Desde que houvesse mar,
Lhe ia segredando, novas palavras
Novas frases e estas
Foram ficando, passados todos estes anos,
Gravadas nas nossas mentes e nos nossos corações.
E a língua evoluiu
E o poeta falou.
Amor volátil
Amor volátil sinal dos tempos
Doce perdição
Amor que fugia sempre
Entre as mãos...
Pela calada,
Regressou e entregou - se
Para, dizia, não mais fugir
Da sua amada.
No meio de um ardente calor
E demorados...
Beijos... jurou
Que ao seu grande amor não mais fugia...
Enquanto longamente
Se entregava
Ao amor e há volúpia de
Uma forma quase doentia.
Houve juras de
Amor, promessas vãs,
Alguns sonetos
Risos e
Muitos beijos.
Numa noite de luar
Em Janeiro,
Segredos foram revelados...
Enquanto partilhavam
O mesmo travesseiro.
Mas aquele amor
Era proibido...
Que é sempre o mais
Apetecido...
Roseira que só floriu
Uma vez, pétalas efémeras
Engano vil...
Espinhos que puniram cruelmente um rend-vous pueril.
O amor ganhou asas negras como cinzas
E partiu evaporando - se...
Deixando atrás de si uma boca seca de beijos
É um coração dorido
E confuso questionando - se...
A alma apaixonada
Vagueou só...
Pela madrugada dentro... como se não houvesse mais nada a fazer,
Do que recordar aquele momento.
Vagueando sozinha
Aquele pobre ser o amor nunca mais encontrou...
Mesmo passados tantos anos
O seu coração nunca se conformou.
Pergunta a todos os que passam
Por baixo da sua janela,
Numa voz fraca e já cansada...
Porque que é que um amor tão grande... nunca
Se transformou na coisa amada?
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