Desci
Desci para me descobrir
No meio de um mundo tão vasto …
E indiferente a quem não sabe
Em que fase está … nem para aonde vai.
Mas fui lendo o mundo
Tentado perceber no fundo
A alma humana e qual o caminho
A seguir …
Sem cair no marasmo do pensar
Sempre da mesma maneira
A espera de resultados
Diferentes ….
Tirei os grilhões do pensamento
E seguir por caminhos ainda por explorar
Emergi com algo novo dos calaboiços
Aonde as mentes se recusam a progredir
E a inovar … é trabalho para mil homens ou para um poeta cuja meta está mesmo diante de si …
Quem já viu o que existe
Para lá do óbvio
E do limbo que separa o novo
Do já muito visto …
Já não se contenta com a realidade.
O amor
Para
Nascer
Tem de ser plural
Nunca foi singular
É uma química secreta
Que os druidas inventaram
Numa noite de luar há muitos anos
Numa floresta encantada
Secreta, longínqua, impenetrável
Quem não vier por bem … fica a entrada
De um mundo que nunca será seu.
O criatividade é o meu Sol
Se estiver a olhar sempre para ele
Custa-me a enxergar o que a mente consegue ver …
É não olhar tanto …
A poesia solta-se quando menos se espera …
Enviado do meu iPhone
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