Céu
Manto azul e branco ...
Campo,
Sonhos que não se desvanecem
Nem envelhecem ... como uma flor que não se rende,
E nunca murcha ...
Centro,
Foco toda a minha atenção
No meu sustento …
Gostar,
Invento todas as maneiras
Possíveis para descobrir
Aonde guardas o teu amar ...
Atento,
O caminho é estreito
Cheio de perigos, becos e estradas sem saída.
Por vezes vou por aonde
Sopra o vento,
Mas das minhas convicções, dignidade e gravitas
Não abdico,
Olimpo,
Na sobreira da janela
A contemplar o infinito poético
Que dá para o oceano dos poetas,
Mesmo ao lado do Olimpo ...
Às vezes fico ...
Impávido e sereno,
Enquanto o meu ser inquieto, foge, esconde-se ...
Finge não me conhecer,
Mas depois acaba por aparecer.
Rendido ...
Ao meu fadário?
Que não escolhi ... não …
Foi ele que me escolheu a mim.
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