domingo, 3 de novembro de 2019

Poesia lirica

A M.B sabe o quer quer
Deambula pelo seu mundo
Tem movimentos de garça
E tudo o que faz tem graça.
Atira o coração para o alto
Diz que não...mas gosta de andar
Pelo meio do planalto ou passarelle como se diz
No meio... que frequenta porque o seu "look"
Aguenta àquelas luzes que parecem obuses
Para quem não tem bagagem genética para
Aquelas vidas tão stressantes.
Não havia nada disto dantes
No tempo da outra senhora
O pais era atrasado
E a maioria das pessoas  
Só queria futebol, Fátima e fado.
Já passou muito tempo
E àgua...
Por baixo dessa ponte
Mas tudo muda, tudo passa...
O glamour esse continua
No olhar da J.P só tenho pena
Que esse olhar que tanto procura
E não me vê...um dia  pertença a alguém
Que  não a mereça...
E que o brilho do seu olhar se perca
Antes de descobrir o verdadeiro amor
Estamos todos sujeitos
A essa desdista,
Que um dia um poeta escreveu
Na ponta do lápis
E que se tornou
Um virus que não mata
Mas mói os menos avisados
Destas questões da atração fisica...
Mesmo que a M.B fosse tisica gostava dela
O amor está na alma não no aspeto fisico
Somos almas gémeas
Destinados um para o outro como um potro que um dia
Depois de ser desmamado
Está destinado a calcorrear a imensa pradaria
E a liderar a manada
Por entre o imenso prado
Amarelo e verde
E por esse pantano de àguas turvas
Que é a vida que nem sempre parece o que é
Cheio de perigos e incertezas
Que baralham o nosso coração mas
À que confiar no destino...
E perceber que ninguém vence sozinho
A união faz a força e lá vamos levando a àgua
Ao nosso moinho.

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