Write that down
Write that down on paper...
Say everything that is stuck
In your throat
Hidden deep inside your heart
Lost in your brain
But it gives no rest to your soul
You have to leave the past on paper
To be free to love and live your
Life and be happy.
If you do that
You will sleep in a river of clouths
In a deep blue sky remebering
When everything was shining wall
Around you
For a short period
In your childhood...
Maybe you can find
That peace and that shine again
Write that down,
Write that down on paper...
Monsieur Bon Aire
P.S - Monsieur Bon Aire a étudié en Angleterre et écrit parfois en anglais.
domingo, 15 de dezembro de 2019
sábado, 7 de dezembro de 2019
Believe
If you don´t believe in you
You will always fail miserably
You´l never know who you are
Your soul will wander tormented and aimless.
And your dreams will look
To you incredulous and shocked
Wandering in your arteries
Looking for that moment when you wake up and decide
That you want to accomplish your goals.
When you fight for something
Don't waste time with excuses
Do what has to be done
Because it is still possible to win in this world
Stay focused don't get scattered.
If you find a hole in the ground
From those you know can bring you problems like
Thinking too much about politics and economics don´t jump in... jump out
Forget don´t make your way a long and tortuous journey full of thorns.
Don't be afraid to win
Defeats will make you stronger
Only those who give up fighting
Are defeated and above all don't blame others for your failures.
And one day you will feel your soul
Smiling and your body getting wings
And you will feel it was worth not giving up on you and your dreams
Because when we achieve something no one can take it away from you.
Monsieur Bon Aire
P.S - Monsieur Bon Aire a étudié en Angleterre et écrit parfois en anglais.
You will always fail miserably
You´l never know who you are
Your soul will wander tormented and aimless.
And your dreams will look
To you incredulous and shocked
Wandering in your arteries
Looking for that moment when you wake up and decide
That you want to accomplish your goals.
When you fight for something
Don't waste time with excuses
Do what has to be done
Because it is still possible to win in this world
Stay focused don't get scattered.
If you find a hole in the ground
From those you know can bring you problems like
Thinking too much about politics and economics don´t jump in... jump out
Forget don´t make your way a long and tortuous journey full of thorns.
Don't be afraid to win
Defeats will make you stronger
Only those who give up fighting
Are defeated and above all don't blame others for your failures.
And one day you will feel your soul
Smiling and your body getting wings
And you will feel it was worth not giving up on you and your dreams
Because when we achieve something no one can take it away from you.
Monsieur Bon Aire
P.S - Monsieur Bon Aire a étudié en Angleterre et écrit parfois en anglais.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Não ponhas...
Os muros que construo
Ao meu redor são altos mas
Não são intransponíveis
São perfeitamente transponíveis
Só te peço...
Que não coloques arame farpado
Em cima do meu muro.
Descobre o que gostarias de fazer
Quando não estás a trabalhar
O que gostarias de comer
Quando estás esfomeado
Mesmo sem o estar
À sombra daquela árvore que tens
No teu jardim
Ao pé daquelas estátuas de mármore
Em posição airosa que mandaste vir de Itália
E que não sabes muito bem o que representa.
Convida para o almoço
Quem quiseres
Delicia ~te a comer caviar
A devorar croquetes
E a beber champanhe
Se quiseres pede aos teus amigos
Para ficarem para o jantar
Mas não ponhas arame farpado
Em cima do meu muro
Se a tua vida te parece incipiente
Lê um livro,
Aprende a tocar um instrumento, agarra - te
A uma causa com unhas
E dentes.
Alimenta com cultura a tua mente
Vai viajar
Põe a tua alma a sorrir
Suavemente...
Descobre o equilíbrio
Do teu metabolismo
Porque ele anda por ai descompensado
A perguntar por ti.
Em cada frase que proferes sente - se
Que és alguém que procura desesperadamente
Algo que perdeste pelo caminho
A tua raison d´être.
Os teus obstáculos
Que precisas ultrapassar
Para te sentires realizado
Estão ai ao teu lado
Mas primeiro...
Descobres quem és
Faz o que gostas
Resolve tudo o que dentro
Do teu córtex cerebral tem de ser resolvido esquece tudo
O que tem de ser esquecido...
Mas não ponhas arame farpado em cima do meu muro
Que tanto me custou a conquistar
E a perceber...
Ganha asas descobre
O que te faz feliz
Vive a tua vida
E não vivas a vida dos outros.
Esta grita por ti não a ouves gritar?
Monsiuer Bon Aire
Ao meu redor são altos mas
Não são intransponíveis
São perfeitamente transponíveis
Só te peço...
Que não coloques arame farpado
Em cima do meu muro.
Descobre o que gostarias de fazer
Quando não estás a trabalhar
O que gostarias de comer
Quando estás esfomeado
Mesmo sem o estar
À sombra daquela árvore que tens
No teu jardim
Ao pé daquelas estátuas de mármore
Em posição airosa que mandaste vir de Itália
E que não sabes muito bem o que representa.
Convida para o almoço
Quem quiseres
Delicia ~te a comer caviar
A devorar croquetes
E a beber champanhe
Se quiseres pede aos teus amigos
Para ficarem para o jantar
Mas não ponhas arame farpado
Em cima do meu muro
Se a tua vida te parece incipiente
Lê um livro,
Aprende a tocar um instrumento, agarra - te
A uma causa com unhas
E dentes.
Alimenta com cultura a tua mente
Vai viajar
Põe a tua alma a sorrir
Suavemente...
Descobre o equilíbrio
Do teu metabolismo
Porque ele anda por ai descompensado
A perguntar por ti.
Em cada frase que proferes sente - se
Que és alguém que procura desesperadamente
Algo que perdeste pelo caminho
A tua raison d´être.
Os teus obstáculos
Que precisas ultrapassar
Para te sentires realizado
Estão ai ao teu lado
Mas primeiro...
Descobres quem és
Faz o que gostas
Resolve tudo o que dentro
Do teu córtex cerebral tem de ser resolvido esquece tudo
O que tem de ser esquecido...
Mas não ponhas arame farpado em cima do meu muro
Que tanto me custou a conquistar
E a perceber...
Ganha asas descobre
O que te faz feliz
Vive a tua vida
E não vivas a vida dos outros.
Esta grita por ti não a ouves gritar?
Monsiuer Bon Aire
terça-feira, 26 de novembro de 2019
Nada é estático
O nosso caminho é pessoal
E intransmissível
Está nos nossos genes
Mas nada é estático
Diz o poeta...
Mas há pelos menos um ser humano
Que nasceu para escrever poesia
E prosa.
Faz o que gosta
Banha - se no rio do conhecimento
Já leu,
Algumas grandes obras universais
Compreende e gosta
Do seu conteúdo
Que fica gravado no seu cérebro
Bailando e preparando - se
Para de alguma forma fazer parte de um próximo
Poema que escondido na sua alma
Andando de um lado para outro como um felino prepara o salto
Para o papel
Mas isso só acontece quando os astros
Se alinham
E deixam lastro na alma do poeta
Que na sua sapiência confia
E em tudo o que aprendeu com os seus mestres
Mas também em tudo o que aprendeu à revelia....destes...
E depois escreve uma ínfima parte
Daquilo que leu, ouviu, viu e filtrou
E depois de muito penar
Escrevendo o poema vezes sem conta
Deste tortuoso processo qual
Caldo primordial
Fica,
No papel...
A sua impressão digital.
Monsieur Bon Air
E intransmissível
Está nos nossos genes
Mas nada é estático
Diz o poeta...
Mas há pelos menos um ser humano
Que nasceu para escrever poesia
E prosa.
Faz o que gosta
Banha - se no rio do conhecimento
Já leu,
Algumas grandes obras universais
Compreende e gosta
Do seu conteúdo
Que fica gravado no seu cérebro
Bailando e preparando - se
Para de alguma forma fazer parte de um próximo
Poema que escondido na sua alma
Andando de um lado para outro como um felino prepara o salto
Para o papel
Mas isso só acontece quando os astros
Se alinham
E deixam lastro na alma do poeta
Que na sua sapiência confia
E em tudo o que aprendeu com os seus mestres
Mas também em tudo o que aprendeu à revelia....destes...
E depois escreve uma ínfima parte
Daquilo que leu, ouviu, viu e filtrou
E depois de muito penar
Escrevendo o poema vezes sem conta
Deste tortuoso processo qual
Caldo primordial
Fica,
No papel...
A sua impressão digital.
Monsieur Bon Air
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Desejo animal
Os teus lábios
O teu corpo generoso
Passeiam pela pradaria como lobos
À procura da volúpia
E do amor
Têm mil pernas e mil olhos
E perseguem o desejo como loucos
Cheios de energia e de força
Ao jantar gostas de usar a mesma loiça
Fundo branco decorado com um fio de azul real
E brasão de armas
Gostas de viajar em águas calmas
À luz das velas
No lusco - fusco
Os teus pensamentos soltam - se
Enquanto misturas os acontecimentos passados com
Os novos por ti encontrados um pouco
Por todo os lados
Enquanto salpicas a vida com teu charme
E vives a vida louca
E como sabes o que queres não
À razão para alarme
Mas quando a natureza invoca
O teu nome
Os lobos que vivem na tua alma soltam - se
E sobem pela colina acima como
Cães...esfomeados
E uivam como as mães quando
Dão à luz um filho...
É o gatilho que põe a tua testosterona aos saltos
Tu olhas - me e sinto
O teu desejo animal
Bem dentro
No meu olhar...
Monsieur Bon Air
O teu corpo generoso
Passeiam pela pradaria como lobos
À procura da volúpia
E do amor
Têm mil pernas e mil olhos
E perseguem o desejo como loucos
Cheios de energia e de força
Ao jantar gostas de usar a mesma loiça
Fundo branco decorado com um fio de azul real
E brasão de armas
Gostas de viajar em águas calmas
À luz das velas
No lusco - fusco
Os teus pensamentos soltam - se
Enquanto misturas os acontecimentos passados com
Os novos por ti encontrados um pouco
Por todo os lados
Enquanto salpicas a vida com teu charme
E vives a vida louca
E como sabes o que queres não
À razão para alarme
Mas quando a natureza invoca
O teu nome
Os lobos que vivem na tua alma soltam - se
E sobem pela colina acima como
Cães...esfomeados
E uivam como as mães quando
Dão à luz um filho...
É o gatilho que põe a tua testosterona aos saltos
Tu olhas - me e sinto
O teu desejo animal
Bem dentro
No meu olhar...
Monsieur Bon Air
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
Eles vivem
A minha pessoa
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
E não os posso deixar para trás
Eles não deixam...aparecem para me visitar
E não querem viver só na minha cabeça
Querem deslizar pelo papel
E por uma questão de personalidade não se escondem
Se não os escrevo fazem birra
Eles vivem...
O corpo é o papel
As palavras a sua alma
Quando os escrevo ficam a olhar
Para mim, a tentar perceber quem sou
Dolentes na tarde calma...
A minha pessoa
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
Os homens também podem gerar filhos
Os filhos de antanho
Quando nascem são muito pequenos
Mas se lhe der alguma visibilidade talvez um dia
O povo lhes "pegue" e eles cresçam
E fiquem de bom tamanho
E ninguém lhes fique indeferente
É o que eles têm em mente
Ouço o palpitar do seu coração
A sua voz
Algures entre a minha alma
E o meu live arbitrio, o meu querer
Tenho de os deixar acontecer
Parecem galgos
A subir por mim acima
Às vezes nem tenho tempo
Para aprimorar a minha rima levam tudo à frente
E não tocam no chão
Ficam no ar como
Uma coisa,
Que anda no ar não poisa...
Querem nascer
Nem que seja de cesariana
Às vezes gostava que os meus poemas
Ficassem escondidos debaixo,
Da minha cama...
Mas eles não querem
São uns garotos...
É deixar a poesia sair
O que será deles no há-de-vir?Não me preocupa
Eles encontrarão o seu caminho...
A minha pessoa
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
Monsieur Bon Air
Post Scriptum - Os deuses escrevem a 1.ª estrofe de um poema, o poeta cria os poemas, o povo cria os génios, ninguém o é antes de o ser.
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
E não os posso deixar para trás
Eles não deixam...aparecem para me visitar
E não querem viver só na minha cabeça
Querem deslizar pelo papel
E por uma questão de personalidade não se escondem
Se não os escrevo fazem birra
Eles vivem...
O corpo é o papel
As palavras a sua alma
Quando os escrevo ficam a olhar
Para mim, a tentar perceber quem sou
Dolentes na tarde calma...
A minha pessoa
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
Os homens também podem gerar filhos
Os filhos de antanho
Quando nascem são muito pequenos
Mas se lhe der alguma visibilidade talvez um dia
O povo lhes "pegue" e eles cresçam
E fiquem de bom tamanho
E ninguém lhes fique indeferente
É o que eles têm em mente
Ouço o palpitar do seu coração
A sua voz
Algures entre a minha alma
E o meu live arbitrio, o meu querer
Tenho de os deixar acontecer
Parecem galgos
A subir por mim acima
Às vezes nem tenho tempo
Para aprimorar a minha rima levam tudo à frente
E não tocam no chão
Ficam no ar como
Uma coisa,
Que anda no ar não poisa...
Querem nascer
Nem que seja de cesariana
Às vezes gostava que os meus poemas
Ficassem escondidos debaixo,
Da minha cama...
Mas eles não querem
São uns garotos...
É deixar a poesia sair
O que será deles no há-de-vir?Não me preocupa
Eles encontrarão o seu caminho...
A minha pessoa
Bem que tenta dar voltas
As voltinhas do Marão
E esquecer - se de mim,
Mas acabo sempre por me descobrir
A colher poemas que plantei
No meu jardim.
Monsieur Bon Air
Post Scriptum - Os deuses escrevem a 1.ª estrofe de um poema, o poeta cria os poemas, o povo cria os génios, ninguém o é antes de o ser.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
O jogo
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos rebeldes
Em desalinho.
Sorris quando queres dizer
Algumas palavras
Que nunca serão ditas.
E gritas quando,
Queres apenas que olhem para ti
Mas esperas que
Ninguém perceba muito bem
O queres dizer.
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos loiros
Em desalinho.
Para os cambiantes da vida
Não estás nem ai
Não dás nenhuma batalha como perdida
Nas tuas aventuras amorosas...
Descobres sempre uma saída um
Labirinto secreto que só tu conheces
Para te refugiares
E recarregares energias…
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos rebeldes
Em desalinho...
Os teus medos foram
Conquistados numa tarde de muito Sol
E pouco vento…
Em que o teu positivo pensamento
Colocou o medo no descanso
E soltou - te a alma sempre a ferver
E assim construíste uma reluzente e vetusta armadura
A volta do teu ser ... para te proteger.
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Presos nos teus cabelos
Em desalinho.
Jogas o jogo ...
Da loba e do lobo…
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos rebeldes
Em desalinho.
Sorris quando queres dizer
Algumas palavras
Que nunca serão ditas.
E gritas quando,
Queres apenas que olhem para ti
Mas esperas que
Ninguém perceba muito bem
O queres dizer.
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos loiros
Em desalinho.
Para os cambiantes da vida
Não estás nem ai
Não dás nenhuma batalha como perdida
Nas tuas aventuras amorosas...
Descobres sempre uma saída um
Labirinto secreto que só tu conheces
Para te refugiares
E recarregares energias…
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Preso nos teus cabelos rebeldes
Em desalinho...
Os teus medos foram
Conquistados numa tarde de muito Sol
E pouco vento…
Em que o teu positivo pensamento
Colocou o medo no descanso
E soltou - te a alma sempre a ferver
E assim construíste uma reluzente e vetusta armadura
A volta do teu ser ... para te proteger.
Jogas o jogo
Da loba e do lobo
Manténs o equilíbrio
Num fio de luz muito fino
Presos nos teus cabelos
Em desalinho.
Jogas o jogo ...
Da loba e do lobo…
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