Tudo aquilo que faço é contra a norma
Atiro o barro à parede a ver se cola
Fujo mas não me vou embora …
Fico a olhar para mim no anseio de me reconhecer em ti …
Tiro do meu ser tudo o que estou a dizer agora …
Fico do outro lado de mim mesmo,
Agitado e intranquilo …
Construo o meu puzzle gigante que espero …
Que um dia fique completo.
Cada poema que escrevo,
É um filho que dou ao mundo …
Espero que encontres o teu caminho
E que subas as tuas escadas douradas
No teu ADN tens as minhas coordenadas
Vais vencer de certeza …
Num dia qualquer como este …
Tiro coelhos da cartola
Aonde dantes não havia nada apenas
Vontades, intuitos e desígnios…
Escrevo-me de diversas maneiras,
Mas serei sempre o mesmo
Um servo do meu ego …
Um servo do meu ego …
Que tem a poesia nas suas veias.
Cada poema que vou esculpindo
Na pedra aonde gravo o meu destino
Vai partindo por mim acima
Por
vezes …
Sai em rima …
Outras vezes em verso livre
O que interessa é que exprima
Qualquer coisa que anda no ar
E não poisa e que só as palavras conseguem traduzir e descodificar.
No teu imaginário
Escrevo o meu nome
Espero ter sempre aquela fome
Por novos palavras sinónimos e dizeres
Que me faz evoluir … para a minha poesia
Não contrair e desaparecer … mesmo quando está a querer nascer …
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