sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Contra a norma


Tudo aquilo que faço é contra a norma
Atiro o barro à parede a ver se cola
Fujo mas não me vou embora …
Fico a olhar para mim no anseio de me reconhecer em ti …
Tiro do meu ser tudo o que estou a dizer agora …
Fico do outro lado de mim mesmo,
Agitado e intranquilo … 
Construo o meu puzzle gigante que espero … 
Que um dia fique completo.
Cada poema que escrevo,
É um filho que dou ao mundo …
Espero que encontres o teu caminho
E que subas as tuas escadas douradas
No teu ADN tens as minhas coordenadas
Vais vencer de certeza … 
Num dia qualquer como este …
Tiro coelhos da cartola 
Aonde dantes não havia nada apenas
Vontades, intuitos e desígnios…
Escrevo-me de diversas maneiras,
Mas serei sempre o mesmo
Um servo do meu ego … 
Que tem a poesia nas suas veias.
Cada poema que vou esculpindo
Na pedra aonde gravo o meu destino
Vai partindo por mim acima
Por
vezes …
Sai em rima …
Outras vezes em verso livre
O que interessa é que exprima
Qualquer coisa que anda no ar
E não poisa e que só as palavras conseguem traduzir e descodificar.
No teu imaginário
Escrevo o meu nome
Espero ter sempre aquela fome
Por novos palavras sinónimos e dizeres
Que me faz evoluir … para a minha poesia
Não contrair e desaparecer … mesmo quando está a querer nascer …



Sem comentários:

Enviar um comentário

Tento

Tento Tento escrever dias, noites e silêncios Procuro em mim algo que esclareça Quem sou … As flores do meu jardim Olham-me esperando algo n...