Num mundo sempre em mudança
Para onde vamos?
Porque não deixar cair os braços
E esquecer a ambição por momentos
E celebrar a vida descansando numa rede de sonhos já realizados?
Ouvindo o vento a trazer à memória histórias
Felizes de antanho …
Quando tudo brilhava a nossa volta
E não havia futuro ...
Nem sabíamos o que isso era
Ainda não se tinha revelado,
Nem fazia falta o nosso há de vir era construído
Pelos nossos pais e estava tudo bem.
Depois numa tarde solarenga
Percebemos que os anos foram passando
E nosso “querer” foi entrando sem pedir licença
E o nosso mundo ficou mais pequeno mas mais profundo,
Porque tivemos de escolher o caminho que queríamos seguir …
No meio de tantas escolhas …
Cada um fez as suas apostas
Criou asas e voou esquecendo os seus medos …
E a vida foi revelando os seus segredos …
Aprendemos a evitar os espinhos
Colhendo as nossas rosas pelos caminho
Colocando algumas medalhas …
No nosso peito que já ninguém nos pode tirar:
Diplomas, experiências, erros que não voltarão a ser cometidos,
Momento inolvidáveis ... que passaram ...
Mas ficaram na nossa mente.
Aprendemos a gostar de nós e a amar quem nos quer bem.
Como sabemos que alguém gosta de nós?
Quem gosta de nos volta sempre
Para nos visitar …
Para perguntar como é que estamos
E não nos esquece porque algo de nós nessa pessoa permanece.
E o amor? …
Para alguns homens é tão fácil,
E para outros é uma "besta negra" que não se deixa aprisionar ...
O erro está em o querer encarcerar
Quando o que está certo é ao seu lado navegar ...
Benditos aqueles que fazem o que gostam
E que constroem em vez de destruir
Porque a eles pertence o reino da felicidade.
Que o nosso caminho
Seja leve como um borboleta,
Tão intenso como o desejo
E tão intemporal como o amor ...
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