O calor aperta
A noite espreita
Para onde vou ?…
Que aventuras esperam por mim
Do outro lado do monte?
Nem tudo é imprevisível
Da para ver a ponta do véu
O resto permanece nas sombras
Mas nós vamos que remédio
Ficar sempre no mesmo sitio?
Que canseira …
Que mundo tão estranho
Parece que não acontece nada
Mas quando menos esperamos não sabemos
Para onde vamos … com quem contar
O que dizer com quem falar …
Mas quem sabe o que quer
Mete as peças todas no sítio
Do xadrez invisível que é a vida …
Valendo - se da sua experiência
Que com o acumular dos anos já se tornou
Uma quase exata … ciência
E não falha …
Por essa razão permaneço confiante
Entro no meu ser porque uma nova aventura
Dos sentidos e emoções em catadupa tem de forçosamente recomeçar …
Mas falas que queres uma Vitoria
Por ano … ou duas …
Para depois colocares na galeria do teus troféus junto
Aquela velha espada que usas para derrotar os teus demónios invisíveis …
Mesmo que ninguém perceba nada …
Lá estão eles, os teus troféus, na montra invisível
Que tens na mente … não à necessidade de grandes anúncios … na verdade talvez seja melhor as nossas conquistas ficarem registadas
No nosso registo secreto onde guardamos os nossos segredos
Uma espécie de amor de verão
Que ficou perdido nos rochedos
Mas que ainda mexe com o nosso coração
E fez de nós uma pessoa melhor…
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