O tempo está presente no nosso quotidiano
Não o sentimos mas está …
As ondas também tem o seu ritmo, o seu som
Mas nem sempre as vemos … mas existem talvez sejam a respiração do mar quem sabe…
Numa mudança de ciclo para onde vamos?
Não sabemos à uma expectativa positiva
Que vamos ficar melhores …
Que vamos esquecer as conquistas vás
E acordar num mar de felicidade … onde o mar quebra
E separa o Yen do Yan …
O bem do mal …
O negativo do positivo.
Mas qual o nosso destino não sabemos
Enquanto passeamos pela vida temos de estar sempre
De mala na mão … nunca sabemos para onde vamos …
À determinados momentos insondáveis
Que escondem qual a direção para onde
O nosso futuro se dirige …
Apertamos os cintos e deixamos nos ir
Reconhecendo nas pequenas coisas
Resquícios daquilo que somos …
Nas viagens que fazemos
Reconhecemos sempre um deja vous
Em qualquer parte mas o que vemos são
As nossas vivências projetadas
No tempo e no espaço …
Mesmo em locais onde nunca estivemos
É o nosso poder da adaptação
A querer deixar nos confortáveis
Mesmo numa grande mudança à algo que nunca se altera
O que somos … esse ser permanece sempre.
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