quarta-feira, 9 de abril de 2025

Universo paralelo

 E a vida vai … para onde nos leva a nossa vontade

 Por passadiços de madeira rodeada de árvores 

 E de cheiros a folhas de eucaliptos e a terra molhada 

 Embalados por suaves brisas matinais …

 Mantemos o tino no nosso destino. 

 O pior é quando as nuvens negras 

 Aparecem sem pedir licença 

 E quando nos apercebemos 

 Para aonde foi o nosso equilíbrio mental?

 E temos de subir o monte porque 

 A nossa  constância foi pela encosta acima 

 E anichou-se no outro lado da nossa alma

 Temos de a conquistar para tudo se acalmar.  

  E não o  conquistamos com falinhas mansas 

  Só com trabalho, empenho, dedicação …

  Quem disse que iam ser  

  Só rosas ir atrás dos nossos sonhos?

  O livre arbítrio,

  Os nossos genes, 

  Algo que lemos que nos influenciou,

   Ou fugimos para aonde o nosso destino 

   Nós encontrou e fomos convidados a florir 

   Para não deixar cair a nossa raison d’etre?

   No vazio e na angústia de não sermos nada 

   Só porque nos recusamos a sair para o mundo 

   E dar um salto profundo … no desconhecido 

   Enquanto construímos o nosso universo paralelo 

   Aonde só entra quem quer, fica quem 

   Se revê no que lê e não quer nada em troca 

   E a vida vai … em busca de algo novo 

   E duradouro…

   E quando avançamos pelo nosso querer como 

   Quem rompe o mar com as anosas barcaças de

   Antanho somos conquistados por aquela suave calma que nos invade e percebemos que a felicidade é o sorriso da alma.

   

    

    

    

    


  

  

 

Tento

Tento Tento escrever dias, noites e silêncios Procuro em mim algo que esclareça Quem sou … As flores do meu jardim Olham-me esperando algo n...